Há muito estou aqui, sentando, prostrado, em pé, andando de lá e pra cá, na tentativa de fazer com que dos meus dedos saiam palavras, idéias, teorias, resmungos, qualquer coisa que se faça digna de ser passada a diante. Nesse mundo de conexões, palavras industrializadas, excessos, garimpar dentro de si o que é importante torna-se uma ação diária, constante. Vamos ver no que isso vai dar.
sábado, 2 de outubro de 2010
Eleições II.
Há dois dias das eleições, fiz o que pude para tirar votos da Dilma. É uma tarefa inglória, tendo tão pouco tempo para me dedicar a prática política. Para isso, resolvi me conectar aos outros pela internet. Joguei vídeos que desvelam o grau de estupidez e ignorância dessa candidata duas caras. Percebi que ela quer agradar a todos, se posiciona em qualquer espaço do tabuleiro dependendo da conveniência. Isso evidencia que ela é a pior candidata, todos fazem isso para ganhar as eleições, mas Dilma vai além. Ela traz esse perfil em sua radicalidade. É fácil pegar dois discursos no qual ela se contradiz. Chega a ser hilário. Uma candidata duas caras, sem alma política, sem personalidade, uma marionete da pseudo-esquerda. Sem alma, pois a alma que nessas eleições ela carregou foi de Lula e alma desse presidente é forte. O fortalecimento do empresariado brasileiro. Em grande parte beneficiado pela estabilidade econômica dos últimos dezesseis anos, fez com que a economia gerasse mais empregos e muitos ascendessem de classe. Uma política que não mudou de orientação e que o PT oportunamente se apropriou. Assim como os programas assistenciais. O PT é uma farsa muito bem montada por Duda Mendonça, José Dirceu e Palocci. Um partido manipulador que não contribui para a mudança substancial da sociedade brasileira.
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