As eleições estão chegando. Até o debate promovido pela Record, eu estava um pouco apático, neutro. Mas logo após constatar o baixo nível do pleito desse ano e me deparar com uma candidata tão marionete quanto Dilma Roussef, resolvi me envolver mais. Ela é um dos quatro candidatos que em nenhuma hipótese terá o meu voto e por que? Primeiro, ela não possui nenhuma personalidade política, pegou carona na popularidade de Lula, ou seja, ela está a sombra de Lula. Portanto, não é o histórico dela que conta na hora em que os eleitores a escolhem, mas o carisma de Lula e o histórico positivo desses oito anos de governo lulista. Segundo, ela é uma candidata fabricada por Lula. Terceiro, para mim, a maior parte da popularidade do presidente e seu governo advém da boa estratégia de marketing que foi instaurada em seu governo, o Brasil não progrediu tanto assim nesses oito anos. Quarto, o partido da estrela é o que mais aparelha o Estado e o que mais usa do fisiologismo para formar alianças partidárias e tornar o país governável. Quinto, o PAC elaborado por Dilma não passou de projetos e papéis nesses últimos anos, tendo feito muito pouco pelo país. Sexto, ela nunca teve experiência como governante, não tem idéia do que é enfrentar pressões partidárias e pressões populares, nunca pleiteou a nada e sempre participou das administrações através dos cargos de indicação ou comissionados. Sétimo, ela não tem carisma. Oitavo, os companheiros de campanha dela não são confiáveis. Portanto, esses são os oito motivos que carrego para fazer campanha contra Dilma Roussef.
No domingo, eu quero sim um país com menos gente metendo a mão no dinheiro do povo. Mais transparência nas relações institucionais, menos fisiologismo, menos corrupção, mais equidade entre os setores sociais e menos privilégios. Por isso, o número treze está descartado da minha urna eletrônica.
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