Há muito estou aqui, sentando, prostrado, em pé, andando de lá e pra cá, na tentativa de fazer com que dos meus dedos saiam palavras, idéias, teorias, resmungos, qualquer coisa que se faça digna de ser passada a diante. Nesse mundo de conexões, palavras industrializadas, excessos, garimpar dentro de si o que é importante torna-se uma ação diária, constante. Vamos ver no que isso vai dar.
terça-feira, 17 de agosto de 2010
Nibiru, o segundo Sol.
Quando ouvi pela primeira vez a música de autoria de Nando Reis, cantada por Cássia Eller, não sabia que o Segundo Sol era um corpo que cruzaria a órbita da Terra a cada três mil e seiscentos anos (3.600). "Quando o segundo sol chegar para realinhar as órbitas dos planetas...". Hoje sou membro ativo da comunidade a profecia maia do orkut. Com todas essas aflições, mudanças radicais do clima, convulsões sociais, violência, desmoralização e perdas de referências éticas da sociedade, a vinda de Nibiru ou o segundo sol parece ser a unica via real para a mudança e transformação do homem enquanto ser. Os fatos para a crença nesse momento são inúmeros. Todos relatados em mitos e histórias das antigas civilizações. Pouco sabemos sobre a nossa própria história e sobre nossos próprios mitos civilizatório, não levamos a sério essas antigas culturas e agora passamos a ser meros especuladores de eventos que foram meticulosamente registrados nas antigas civilizações. Deixamos de lado a sabedoria dos antigos em troca de salário mínimo e bonificações, técnica financeira e administrativa. Mas quando o segundo sol chegar tudo isso se tornará inútil e o homem que souber ouvir as necessidades da terra e saber lhe dar com as sementes é o que conseguirá sobreviver. Penso em tudo o que será necessário, o amor perdido pela terra será, sem dúvida, o mais importante. Não será a terra a propriedade privada do homem, mas a mãe que o alimenta, o pai que o acolhe. A relação irá mudar da água para o vinho ou do vinho para a água, nada será como antes. Talvez, a utopia seja novamente possível a cada três mil e seiscentos anos. Muitos perecerão e o que nasceu em tristeza, se desenvolveu em tristeza também acabará em tristeza. Fico imaginando se Atlântida e outras civilizações perdidas não sucumbiram ao corpo celeste Nibiru, nome esse dado pelos antigos sumérios. Hoje ele é chamado pela NASA de nêmesis, a deusa da justiça. Ontem ouvi o programa Debate Cultural da Band AM do Rio de Janeiro, o assunto era a vinda do corpo celeste Nibiru. Tive pesadelos a noite, acordei com torcicolo. Parecia que minha alma queria sair do corpo e ir direto para os entes oniscientes sobre os fatos futuros. Mal presságio? Não sei. Não sei se serei um dos sobreviventes ou um dos bilhões que irão perecer. Pensar nisso é besteira. Vou amar o máximo a Terra, essa mãe que nos acolhe, amar ao máximo meus irmãos e me desprender das bobeiras que tantos nos distraem nessa vida efêmera. É só, amigos. Abraços e paz a todos.
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Oi...Sou conspiracionista e estranhamente hoje, minha amiga e eu chegamos a evidência dessa música sobre Nibiru, enfim, manda um email,eh sempre bom associar novas amizades qndo o assunto é o mesmo...Abraços!anacitty@yahoo.com.br
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